Revelado o motivo que travou negociação entre Inter e Fabinho Soldado
O jornalista PVC apontou um impasse salarial na negociação do Internacional pelo executivo de futebol Fabinho Soldado, do Corinthians, sugerindo que a solução passa por uma conversa franca “olho no olho” para alinhar expectativas e falar a verdade sobre os valores envolvidos.
Fabinho Soldado recebe cerca de R$ 400 mil mensais no Corinthians, tornando-o um dos executivos mais bem pagos do futebol brasileiro, superando até seu salário anterior no Flamengo (R$ 25 mil como gerente) por um fator de 16 vezes após aumento na gestão Augusto Melo. Esse montante, equiparável a Rodrigo Caetano na CBF ou João Paulo Sampaio no Palmeiras, causa incômodo interno no Timão e representa barreira para o Inter, que busca reforçar a diretoria para 2026.
Executivo tem enfrentado críticas no Corinthians
Contratado em janeiro de 2024 por R$ 250 mil, Fabinho teve reajuste para R$ 400 mil antes do impeachment de Melo, e escapou de demissão por pedido dos jogadores, mas enfrenta críticas de Osmar Stabile e conselheiros por currículo considerado insuficiente para o salário e poderes excessivos. Ele pediu “paz para trabalhar” em novembro, sem garantir permanência pós-Copa do Brasil, em meio a transfer ban e finanças críticas.
PVC relata que o Inter abriu conversas por Fabinho, valorizado por sua atuação no Corinthians apesar das polêmicas, mas o salário alto trava o acordo. A recomendação é uma reunião direta para transparência total, definindo se o executivo aceita redução ou se o clube colorado ajusta a proposta. Essa movimentação alinha-se ao planejamento do Inter para 2026, com Abel Braga e reforços como Carbonero, buscando estabilidade administrativa.



